Legacy Arts: Tools for Raising Youth Upward

Martial Arts:  Capoeira Angola


By Njoli Brown

I arrived at capoeira in Denmark, as far away from Brazil or the African continent as you could be.  As early on as that, I realized that the richness and value this art had to offer wasn’t bound up in it’s geographical placement but in it’s ability to maintain it’s objectives with authenticity and integrity.

Over the past long while I’ve been making regular visits to the Philippines, mostly to  continue evolving my practice in the Filipino martial arts.  But, as much, I return to reconnect with people who have become very dear to me. 

I first connected with Jaime Benedicto  sometime in 2013 (?).  I was invited to teach a workshop for his Angola group, ECAMAR Philippines, which was still in it’s early stages. Since then, it’s been profound to see the growth of his work and so much of it because of the laser focus of his intentionality around working with young people in some of Manila’s most underserved communities.

His mentor is Mestre Roxinho of Ilha de Veracruz, Bahia in Brazil.  With his international program, Project Bantu, “a therapeutic intervention that introduces Capoeira Angola to young people from Aboriginal or refugee backgrounds…  combines the healing potential of musical and physical expression to produce a range of social and learning outcomes.” Jaime has taken this tool and created something so particularly relevant to the young people he works with, builds with and inspires with and it is abundantly clear by the depth of love he invests in his protégés.  You see this in his work to facilitate the visas, passports and tickets and thus enable the participation of his students at an international capoeira gathering in Australia, in the responsibility he places on their shoulders regarding their school attendance, in teaching a few to drive his car and so inspiring a sense of autonomy and trust.  Jaime and Project Bantu Philippines are embodying the essence of what Capoeira Angola can do as a platform for uplifting young people .  It’s not a perfect road.  Kids miss school, do irresponsible things, are forced to navigate social and societal complexities that, in a perfect world, would be far removed from their experience.  But it’s inspiring to see a teacher in a process of growth along with the community he is actively serving and to see a legacy art being used to build contemporary lives.

Bonus track:  Interview with Mestre Roxinho (in Portuguese)

 

How the Black Power Movement Influenced the Civil Rights Movement – HISTORY

Fighting for one’s freedom, struggling towards being free, is like struggling to be a poet or a good Christian or a good Jew or a good Muslim or good Zen Buddhist. You work all day long and achieve some kind of level of success by nightfall, go to sleep and wake up the next morning with the job still to be done. So you start all over again.  ~Maya Angelou~


With a focus on racial pride and self-determination, leaders of the Black Power movement argued that civil rights activism did not go far enough.

Source: How the Black Power Movement Influenced the Civil Rights Movement – HISTORY

Well-meaning white teachers: it’s time to disrupt your language around Black History Month

Are you using Black History month as an opportunity to tokenize and idealize a small cadre of “mythical negroes?”  Or are you, in fact, using a truthfully inadequate opportunity to ask critical questions and facilitate conversations with more transformative outcomes?

How do well-meaning white teachers — and some black educators who have internalized racism — reimagine their rhetoric during Black History Month?

Source: Well-meaning white teachers: it’s time to disrupt your language around Black History Month

Na Casa Com Baba Jan

Martial Arts:  Capoeira Angola


By Njoli Brown *Entrevista em Português

Conheço o Mestre Mestre Baba há muitos anos e fiquei honrado pela disposição de me dar essa entrevista e de compartilhar um pouco de sua jornada na capoeira, nas artes culturais e na vida, juntamente com algumas das idéias ele ganhava. Agradeço a todos por abordar este primeiro dos meus artigos em português e estou ansioso por mais oportunidades para apresentar trabalhos multilíngues.

 

Njoli: Você pode falar um pouco sobre a primeira vez que você foi exposto à capoeira?

Baba Jan:  Primeira vez quando conhecia a capoeira, na realidade ja existia varias capoeiristas na rua no bairro de Massaranduba que eu cresci. Então minha Mae e meu pai conhecia a coordenadora Ana Rosa responsável pelo Grupo de União e Consciência Negra – nesse grupo tinha varias tipo de atividades que envolvia manifestações de matriz africana. Era teatro, capoeira, samba, maculelê, poesia, musica e mas. Eu entrei a participar e tomar aula com esse grupo com 8 a 10 anos de idades, e eu ia juntos com 2 irmão meu. Ai eu comecei a capoeira com Grupo de Capoeira Angola Pelourinho, núcleo Mangueira projeto Ginga Moleque com Mestre Moraes. Depois Mestre Moraes manda Mestre Valmir, Mestre Poloca e Mestra Paulinha para dar aulas no projeto. 27066904_953079004849403_1343316284227275005_n

Njoli:  Como a capoeira e a cultura “negra” foram vistas e recebidas em sua família e comunidade?

Baba Jan:  A capoeira sempre existia a perseguição e descriminação. Muitos pais não queria seus filhos dentro da capoeira que pensava que capoeira era coisa de marginal ou vandalos. Mas eu começo capoeira e muitos amigos também começava que nosso pais sabia que nos estavam nas boas Maos dentro do Grupo de União e Consciência Negra e de mestres que queria ver nosso bem da parte do GCAP.

Njoli:  Você pode falar um pouco sobre suas primeiras experiências de treinamento? Quem foram alguns de seus colegas? Quais foram as coisas que você achou desafiadoras? Quais foram as coisas que te inspiraram a continuar?12963883_599312533559387_1173904661260471141_n

Baba Jan:  Meus amigos de capoeira que sempre andava juntos da escola, no bairro e na capoeira pra treinar, tocar berimbau e tudo. Ricardinho, Moises, Lourival, Virgilio, Marquinho, Ricardo, Jeane, George, Iverson, Marcelo, e mas. Hoje em dia a única que continuou na capoeira sou eu. Quando comecei no treinamento começou quando mestre falava ‘Ginga’ e ninguém sabia oque era. Nos tinha visto mas capoeira regional na rua então começava tentar movimentar nosso corpo assim. Desafiadora era tentar entrar na roda de capoeira. Nossos pais levava pra roda de GCAP no dia de domingo no Forte do Santo Antonio. Na roda la tinha muitos referencias para nos criança de querer ser que nem Mestre Moraes, ou Valmir, Poloca, Cobra Mansa, Paulinha, Cizinho, Pepeu e dai quando a roda começa tinha que estar pronto no uniforme, no horário certo, e quando tinha momento de entrar na roda com adulto, e vc criança, pequena. Ai era o desafio de jogar com adulto, entra na vida de capoeira, tomar rasteira de qualquer jeito. A inspiração de continuar era e ainda ate hoje são as referencias de pessoas boa, dos mestres levando a tradição da capoeira a seria.

Njoli:  Como sua experiência com a capoeira tem dado conta de sua perspectiva social e política?

Baba Jan:  Capoeira me ajudou na perspectiva social de viver no meio da sociedade misturar com varias tipos de pessoa, de saber entrar e sair em qualquer lugar, fazer trabalho com crianças, incentivar a fazer capoeira e atividades pra tirar da rua e mal caminho.

Njoli:  De que maneira você fez a capoeira por conta própria? Quer dizer, como você inclui sua identidade pessoal na arte?

Baba Jan:  Ninguém começa capoeira por conta própria, eu penso que sempre tem o incentivo de alguém. O aprendizado da vida ajuda a pessoa pega coragem pra se expressar com povo, os alunos, em dia dia pra saber oque falar e como orientar os alunos do jeito que eu aprendi com os mestres.

Njoli:  Qual o papel da sua família no seu desenvolvimento como capoeirista e como artista?

Baba Jan:  A minha familia que me botou na capoeira e ate hoje me apoia.

Njoli:  Quais são alguns dos benefícios que você vê ao usar as artes afro-brasileiras como uma ferramenta para a construção de comunidades?

10929931_10153821319298902_663864320635008944_nBaba Jan:  O que eu vejo e que as artes afro-brasileiras não existem sem comunidade. E essas comunidades são importante para fortalecer qualquer pessoa, participante nessas artes de ter um apoio de amizade e ate un tipo de familia maior para poder apoiar e depender na vida. Eu penso numa sociedade como aqui nos Estados Unidos, pessoas tem visao muitas individualistas e precisam mas desses tipos de comunidade e apoio na vida de cada um.

Njoli:  Quais são alguns dos desafios que você enfrentou na construção da comunidade?

Baba Jan:  Desafio na construção de uma comunidade e voce começar com um trabalho e aparecer pra compartilhar sua sabedoria, e ninguém aparece o dar valor daquilo que vc sabe nem o tempo que você estar la. De chegar todos os dias no seu espaço e nao tem ninguém pra querer aprender. Ai voce volta pra sua casa triste. Mas ai que precisa a forca de continuidade que aos poucos aparece alunos. Com 20 alunos ou 1 aluno o professor precisa esta presente e resistente pra nao desistir da comunidade.

Njoli:  Quais são algumas das aspirações que você tem para o seu projeto atual?

Baba Jan:  As minhas aspirações e manter o grupo firme e forte, de samba e de capoeira. Tentar conseguir que o povo veja meu objetivo e trabalho, e que as pessoas reconheço o esforço que dou pra estar presente cada dia pra ver os alunos progredir. Quero ver o Espaço Cultural Samba Trovao crescer cada vez mas, com projetos com crianças ate os adultos. Quero também que os meus mestres reconhece o meu trabalho de manter a tradição com dignidade fora do Brazil.

Njoli:  Quais são algumas maneiras pelas quais você chamaria sua comunidade para ajudar e apoiar?

Baba Jan:  E a comunidade sempre comunicando e participando. E eu convidando e sendo presente de sempre abri o espaço pra qualquer um chegar e sentir respeitado.

Adicionando:

 

 

Babajan-da-Cruz-225x300Livaldi “BabaJan” da Cruz was born and raised in Massarunduba, in the Lower City of Salvador, Bahia, Brazil.  He has been training Capoeira Angola for over 30 years and has been a practicing and performing musician for more than 20 years.

 In 2003 Baba was invited to come from Brazil to Washington DC to be the director of a residency program at Kamit Institute for Magnificent Achievers (KIMA) public charter school.  There, using Capoeira and Afro-Brazilian music, he developed a unique program of physical education and music studies for high school and middle school students.  At this time Baba also became one of the teachers at FICA DC and founded the samba reggae group Samba Trovao.  In 2013 Baba started his own chapter of FICA in Maryland.  In 2015 Baba Jan received the title of Contra Mestre in Salvador, Bahia, Brazil at the 20th conference of the International Capoeira Angola Foundation (ICAF or FICA) and soon after began his own project Capoeira Angola No Mato.

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Slate and Walls

Every day it is important to choose at least one moment to explore so deeply,

so intently,

that you see the play of all your senses

and the activation of your mind’s own responses to the relationship you are accepting

with that place and time and state of being.

ATHLEAN-X:  MY NEW FAVORITE FITNESS CHANNEL (Yeah, I’m late to the party….)

Martial Arts:  Health & Fitness


For those of you who like to nerd out on their fitness practice, if you’re the type with specific exercise questions that never seem to get a full and comprehensive answer, if you’re a complete novice to resistance training, this really is the YouTube channel for you.

I mean, come on, he’s not just demonstrating movements, he’s literally taking a marker to his body, indicating muscle groups and attachments and speaking science in a way that translates to results.  All the while indicating effects in relation to proper body mechanics.

One of the things I like best about Jeff Cavaliere’s program is  that he doesn’t seem to promote abstract aspirational ideals of immediate fat loss and muscle gain.  But he does talk about an objective of increased athletic ability.  That’s something, as a martial artist, I can get behind.  Check him out.

Ibram Kendi, one of the nation’s leading scholars of racism, says education and love are not the answer — The Undefeated

“We have been taught that ignorance and hate lead to racist ideas, lead to racist policies,” Kendi said. “If the fundamental problem is ignorance and hate, then your solutions are going to be focused on education, and love and persuasion. But of course [Stamped from the Beginning] shows that the actual foundation of racism is not ignorance and hate, but self-interest, particularly economic and political and cultural.” Self-interest drives racist policies that benefit that self-interest. When the policies are challenged because they produce inequalities, racist ideas spring up to justify those policies. Hate flows freely from there.”

Source: Ibram Kendi, one of the nation’s leading scholars of racism, says education and love are not the answer — The Undefeated

Find Your Martial Arts in the Park This Summer

Martial Arts:  Training Tips


By Njoli Brown

WHY TRAIN OUTDOORS? Because our parks, plazas, yards, forest areas provide all the tools. For many practitioners it can hearken back to another era when master instructors looked at their classes more as very personal mentorships, creating a family vibe and inspiring creativity in the methodology.

10157375528673902In urban and rural settings alike, footwork happens on hillsides, mulch, pavement, grass, up and down curbs and benches. Drills go on in the rain (and sometimes snow) and on the warmest of days. The sessions staying engaging as folks figure out how to make their practice relevant in all the terrains in which they spend their day-to-day. 

There’s nothing here saying we don’t appreciate our indoor space for all the convenience it allows.  But take another look before you write off a group that trains in the park. Often these groups are cost saving, student focused and have the flexibility to maintain small classes because they don’t have to concern themselves with matching the overhead it takes to rent an ongoing location.  Are you looking for artifice or art? Take your training outdoors this summer.

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